A identificação por microchip para cachorro e gato foi criada para que cães e gatos possam ser encontrados caso se percam. Diferente de coleiras ou plaquinhas, que podem se soltar, o microchip é permanente e funciona como um registro de identidade eletrônico para o animal.

O que é o microchip para cachorro e gato?

O microchip é um pequeno dispositivo do tamanho de um grão de arroz, implantado sob a pele do animal, geralmente na região do pescoço ou entre as escápulas que contém um número único de identificação, que somente pode ser lido por um scanner específico. Esse número é vinculado a um banco de dados com as informações do tutor, facilitando a localização em caso de perda.

Como funciona?

A aplicação do microchip é um procedimento simples e rápido, feito por veterinários com o auxílio de uma seringa especial. O dispositivo não precisa de bateria, pois funciona por radiofrequência. Quando um scanner passa sobre a área onde ele está implantado, o número de identificação é exibido, permitindo que o responsável pelo animal seja localizado por meio do banco de dados.

O microchip para cachorro e gato substitui a coleira com identificação?

Não. Embora o microchip seja uma forma eficaz de identificação, ele não substitui a coleira com plaquinha, que continua sendo a maneira mais rápida de alguém entrar em contato com o tutor caso o animal seja encontrado na rua. O microchip, por outro lado, é essencial para casos em que a coleira se perde ou quando o pet é resgatado por uma clínica veterinária, abrigo ou órgão responsável.

É obrigatório implantar o microchip para cachorro e gato?

Em algumas cidades e países, o uso do microchip é obrigatório, principalmente para animais de estimação que viajam para o exterior. No Brasil, é obrigatório somente no Rio de Janeiro/RJ e Jundiaí/SP. Independentemente da obrigatoriedade, é uma medida recomendada para aumentar as chances de reencontro com o pet em caso de perda.

Vantagens do microchip para cachorro e gato

Além de proporcionar mais segurança, o microchip também é útil para comprovar a propriedade do animal, facilitando a solução de casos de roubo ou abandono. Ele também contém informações médicas, ajudando veterinários a oferecerem um atendimento mais adequado ao pet.

O microchip para cachorro e gato permite rastreamento por GPS?

Diferente do que muitos imaginam, o microchip não possui tecnologia de rastreamento. Ele não envia sinais para localização em tempo real, apenas armazena informações que podem ser acessadas por meio de um leitor. Já os rastreadores com GPS funcionam de maneira distinta, exigindo bateria e sendo fixados externamente, como em coleiras.

Como ocorre a leitura do microchip para cachorro e gato?

As informações do microchip são acessadas por meio de um scanner específico. Quando o leitor é passado sobre a região onde o dispositivo foi implantado, ele exibe o código único do chip. Esse número pode ser consultado em bancos de dados online, permitindo o contato com o responsável pelo animal.

Por que o microchip para cachorro e gato é útil?

Além de ser um recurso valioso para reunir animais perdidos a seus tutores, o microchip também contribui para coibir abandonos. Em alguns países e cidades, ele é obrigatório, permitindo a identificação dos responsáveis por animais encontrados em situação de abandono.

No Brasil, algumas prefeituras já oferecem microchipagem gratuita em campanhas de castração e adoção, buscando melhorar o controle populacional e facilitar a identificação dos animais. Em cidades como Rio de Janeiro (RJ) e Jundiaí (SP), a implantação do microchip já é exigida por lei.

Além disso, para viagens internacionais, muitos países exigem que cães e gatos estejam microchipados antes da entrada em seu território. União Europeia, Japão, Uruguai e Emirados Árabes estão entre os destinos que adotam essa regra.

O microchip é diferente para cães e gatos?

O dispositivo é o mesmo para ambas as espécies e funciona da mesma maneira, sem qualquer diferença entre os modelos utilizados.

Como é feita a aplicação do microchip?

O microchip é inserido sob a pele, entre as escápulas, por meio de uma aplicação semelhante à de uma injeção. O procedimento é rápido, não requer anestesia e costuma ser bem tolerado pelos animais. Apenas um médico-veterinário pode realizar essa aplicação.

O que fazer após a microchipagem?

Depois de implantado, o microchip não exige manutenção, mas é fundamental manter os dados atualizados no banco de informações. Caso haja mudança de endereço ou telefone, o tutor deve corrigir os registros para garantir que o contato possa ser feito se necessário. Além disso, em consultas de rotina, vale pedir ao veterinário que verifique se o microchip está funcionando corretamente.

Conclusão

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